International Congress 2018

  • Perfil Epidemiológico, Sociodemográfico E Clínico Dos Casos De Tuberculose Na Cidade Do Recife/Pe Entre 2012- 2016

    Introdução: A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa e, em geral, os indivíduos imunossuprimidos são os mais acometidos pela doença. O Brasil é 16º país com maior carga da doença e Recife-PE, concentra quase metade dos casos do estado, sendo a capital com a terceira maior taxa de incidência e a segunda maior de mortalidade por TB no país. Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico, socioeconômico e clínico dos casos de TB em Recife-PE. Material e Métodos: Pesquisa seccional descritiva com todos os casos de TB do Recife, notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, nos anos de 2012 a 2016. Resultados e Discussão: Foram notificados 9792 casos de TB; taxas de incidência e mortalidade entre: 113.72 a 88,8% e 9.61 a 6,33% (2012 e 2016); 95,62% residentes da zona urbana, 67,64% do sexo masculino; faixa etária de 20 a 59 (80,19%); 54,1% de raça/cor parda; forma clínica pulmonar em 57% dos casos. As taxas de TB sofrem variações, na incidência e mortalidade. Predonminates pelo sexo masculino e da zona urbana denota fatores socioeconômicos e culturais relacionados à exposição. Os indivíduos de 20 a 59 anos acometidos são maioria, compreendendo ser adultos ativos; sobre a raça/cor predominou os autodeclarados pardos, acompanhando o perfil brasileiro; quanto à forma clínica, é predominante a TB pulmonar, indo de acordo com estudos locais, regionais e nacionais. Os principais motivos de abandono de tratamento da TB pulmonar estão associados ao consumo de álcool e tabagismo. Conclusão: As taxas de incidência e de mortalidade dos casos de TB apresentaram queda no período estudado. A maioria dos casos ocorreu em zona urbana, no sexo masculino, com idade entre 20 e 59 anos e na forma clínica pulmonar. É fundamental o desenvolvimento de ações e cumprimento de metas para a redução das taxas de TB no Recife.

  • Análise Da Função Motora Grossa Em Criança Com Paralisia Cerebral: Um Estudo De Caso

    A Paralisia Cerebral (PC) é um distúrbio não progressivo que ocorre no período fetal no cérebro infantil, provoca desordens permanentes no desenvolvimento da postura e movimento1. Podendo ser classificada como Espástico (Unilateral ou Bilateral), Discinético (Distônico ou Coreoatetose) ou Atáxico1. Na avaliação funcional podem-se observar dificuldades dos movimentos no membro afetado, devido ao grau de espasticidade, diminuição da força, propriocepção, amplitude de movimento (ADM) e coordenação2. Dos instrumentos utilizados para a avaliação destes indivíduos temos: a Medição da Função Motora Grossa (GMFM); o Sistema de Classificação das Habilidades Manuais (MACS); o Inventário de Avaliação Pediátrica de Incapacidade (PEDI) e a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) 4,5,6. A Terapia de Restrição e Indução do Movimento modificado (TRIMm) faz uso de contensão do membro superior não acometido durante três horas através de um protocolo do “Grupo Pirata” que associa essa técnica ao contexto lúdico e Treino Bimanual7. O protocolo convencional da TRIM é intensivo, obrigando o paciente a realizar suas AVD’s apenas com o membro afetado 90% do seu dia, em um período de duas a três semanas8. A “Terapia do Grupo Pirata” ajustou a técnica, pois as crianças com PC sentiriam dificuldades de adaptação à prática convencional9. O objetivo da pesquisa foi avaliar a influência da TRIMm, através de um protocolo do “Grupo Pirata” sobre a função motora e capacidade funcional de uma criança com PC.

  • Assistência De Enfermagem Ao Paciente No Período Perioperatório De Cirurgia Geral: Uma Revisão Integrativa.

    Em 1985 foi proposto um modelo assistencial denominado de Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP), com o propósito de promover a assistência integral, continuada, participativa, individualizada, documentada e avaliada, ou seja, a assistência de enfermagem é uma intervenção conjunta que promove a continuidade do cuidado, além de proporcionar a participação da família do paciente e possibilitar a avaliação da assistência prestada1. A prática profissional do enfermeiro busca executar as atividades de forma humanística, contemplando as necessidades assistenciais e de gerenciamento, o que levou a enfermeira Wanda de Aguiar Horta, a partir do ano de 1979, iniciar com a Prescrição de Enfermagem, uma SAE designada para o Centro Cirúrgico (CC), denominada Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP). Neste contexto a evolução cirúrgica e novas descobertas de tecnologias ajudaram a enfermagem a avançar na assistência Perioperatória2. Observou-se que o jejum é um procedimento que iniciou a partir das observações realizadas por Mendelson em 1946, que estabeleceram correlação entre a alimentação e aspiração pulmonar do conteúdo gástrico, importante salientar que o jejum no pré-operatório de líquidos e alimentos sólidos durante período de oito a doze horas, é frequentemente praticado, tendo por propósito assegurar o esvaziamento gástrico, evitando a broncoaspiração do paciente durante cirurgias3. O hospital tem a finalidade social de promover a saúde da população por meio de serviços especializados, destinados a assegurar uma assistência completa, curativa e preventiva. Nesse contexto se destaca o centro cirúrgico (CC), setor que dispõe de um conjunto de elementos destinados às atividades cirúrgicas, cuja prioridade é prestar assistência de qualidade ao cliente. No entanto, a equipe de enfermagem junto com a equipe de saúde é responsável pelo cuidado perioperatório dispensado ao cliente nesse setor, desde a recepção no período pré-operatório, até a recuperação anestésica no pós-operatório4.

  • Endemias Parasitárias: Entender, Apreender E Assistir

    Introdução: As doenças parasitárias são, ainda, muito incidentes no território brasileiro. A equipe de enfermagem deve estar preparada para o correto manejo de um paciente acometido por tais enfermidades. Para tal, é necessário que esses profissionais sejam instruídos corretamente a respeito de tais patologias. Objetivos: Tal projeto visa demonstrar as doenças parasitárias e seus agentes etiológicos evidenciando o papel da assistência dos técnicos em enfermagem para com os pacientes acometidos por tais enfermidades. Material e Métodos: Para tal são ministradas aulas teórica e prática, ministradas e preparadas por monitores da disciplina de Parasitologia, sob supervisão do professor responsável, contendo informações acerca das doenças parasitárias causadas tanto por protozoários, quanto por helmintos. O projeto foi designado para duas turmas de ensino técnico (técnico em Enfermagem) compostas, conjuntamente, por cerca de 80 alunos. São utilizadas apresentações de Power Point nas aulas teóricas, onde, com esse auxílio, são demonstrados aspectos de cada doença como morfologia do agente causador, ciclo biológico, epidemiologia, patogenia, diagnóstico etc. São, ainda, distribuídas apostilas para que os discentes possam acompanhar melhor a aula proposta e que seja possível uma maior interligação entre o tema proposto e o futuro profissional em questão. Também são expostos temas como o Projeto SANAR e as doenças inclusas em tal projeto e o conceito de doença negligenciada. Há, ainda, a elaboração de rodas de conversa e, enfatizando o papel do técnico em enfermagem frente às doenças parasitárias. Sendo assim, o aluno protagonista do conhecimento. Na aula prática, os alunos dispõem de microscópios, lâminas e exemplares fixados em formol, possibilitando, assim, a visualização das diferentes estruturas e formas evolutivas dos parasitos ministrados na aula regressa, a aula teórica. Resultados e Discussão: grande parte dos alunos questionam os aspectos de grande parte das doenças, cabendo aos monitores esclarecer as dúvidas e desmistificar tratamentos populares que geram…

  • PURIFICAÇÃO PARCIAL DE INIBIDOR DE TRIPSINA DE SEMENTES DE Aesculus hippocastanum (CASTANHA DA ÍNDIA)

    A espécie Aesculus hippocastanum, popularmente conhecida como castanha da índia, é uma árvore grande, frondosa, com fruto em cápsula verde espiculada e sementes brancas com tegumento vermelho, sendo esta espécie adaptada a qualquer tipo de solo e clima. Sua composição química é diversa, contendo saponinas, flavonoides, taninos e outros elementos 1. Partes dessa planta são utilizadas para produção de fitoterápicos, dentre elas sementes, casca e folhas. Suas sementes possuem várias propriedades biológicas dentre elas ação anti-inflamatória, vasoprotetora, anti-exsudativa, antiedematosa, antioxidante, analgésica, e antiviral 2, 3. As plantas possuem vários mecanismos de defesa contra fitopatógenos, sendo um deles a produção de proteínas de defesa, tais como a produção de inibidores de proteases. Esses inibidores podem inibir a atividade de enzimas essenciais ao patógeno provocando debilidade e/ou morte 4. Os inibidores de proteases apresentam ainda outras funções como: proteínas de reserva, agente regulador de proteases endógenas, bem como proteção de fluidos e tecidos da degradação pela atividade proteolítica 5. Os inibidores de tripsina são proteínas que interagem específica e reversivelmente com essa enzima promovendo sua inibição por meio da competição com o substrato pelo sítio ativo da enzima ou por ligação a outro sítio causando alteração da conformação. Essas proteínas são encontradas em diferentes tecidos vegetais. Inibidores de tripsina de plantas têm sido descritos como agentes inseticidas, e antimicrobianos 6. Dado o potencial dos inibidores de proteases e levando em consideração a eficiência dos fitoterápicos frente às terapias convencionais, muitos estudos têm colocado em perspectiva a análise do potencial biotecnológica dessas proteínas. O presente trabalho tem como objetivo identificar e purificar parcialmente o inibidor de tripsina proveniente de sementes da castanha da Índia, para posterior caracterização e avaliação de suas atividades biológicas.

  • Interações Farmacológicas Em Pacientes Crônicos Da Unidade De Terapia Intensiva Do Hospital Universitário Alcides Carneiro

    Na prática clínica é comum o uso de vários medicamentos simultaneamente, aumentando assim o risco de interações medicamentosas (IM). A politerapia é uma estratégia útil para obter o efeito terapêutico sinergístico ou para a terapia de múltiplas doenças coexistentes. No entanto, pode resultar em IMs indesejadas, causando diversos problemas a saúde do paciente1. Há fatores de risco que favorecem a ocorrência das IMs os quais estão relacionados ao medicamento, ao paciente e à prescrição de medicamentos. Com relação aos fatores relacionados ao medicamento, os principais são a potência em induzir ou inibir o sistema enzimático e a margem terapêutica do fármaco, a qual representa a relação existente entre a dose máxima tolerada e a dose terapêutica. Dentre os principais fatores de risco relacionados ao paciente estão alguns grupos mais vulneráveis, são eles: idosos, pacientes imunodeprimidos, submetidos a cirurgias e internos em terapia intensiva. Quanto aos fatores relacionados à prescrição de medicamentos, destacam-se os múltiplos medicamentos presentes na prescrição associado ao complicado estado clínico dos pacientes em âmbito hospitalar. O agravamento das interações pode ocorrer pela falta de conhecimento dos profissionais sobre a ação dos fármacos2. A incidência de IMs em âmbito hospitalar varia de 3 a 5% em pacientes que fazem uso de até quatro medicamentos, esse número aumenta para 20% ou mais, em doentes que fazem uso de 10 a 20 fármacos, esclarecendo assim a importância e significância do problema3,4,5. Uma IM pode resultar em fracasso terapêutico ou ao surgimento de efeitos adversos. Ambos colocam em risco à saúde do paciente, causando aumento do tempo de internação e da complexidade do tratamento, gerando aumento dos custos para o hospital6.A unidade de terapia intensiva (UTI) é o setor do hospital caracterizado pela complexidade do atendimento ao paciente em estado crítico, que necessita de cuidados intensivos. Neste ambiente, há equipamentos, materiais…

  • Terapia Antirretroviral E Doença Cardiovascular Em Idosos Portadores De Hiv: Uma Revisão De Literatura

    Introdução: Um dos fenômenos da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é o surgimento de uma população vulnerável: os idosos. Os fatores responsáveis por este aumento é o desenvolvimento da terapia antirretroviral combinada (TARV), que tem proporcionado uma melhor qualidade e expectativa de vida, porém, a TARV está associada a efeitos adversos como dislipidemia, diabete melito e resistência à insulina, os quais se constituem como fatores de risco para doença cardiovascular. Com o impacto da TARV no metabolismo glicídico e lipídico, surgiram muitos estudos associando a infecção pelo HIV e a doença cardiovascular, assim como, os seus fatores de risco e a utilização da TARV, entretanto, poucos deles relatam sobre a cardiotoxicidade desta Terapia em idosos. Objetivo: Este resumo tem o objetivo apontar as principais alterações metabólicas causadas pelo uso da terapia antirretroviral e o seu impacto no aumento do risco de doenças cardiovasculares nos idosos portadores de HIV. Material e Métodos: Realizou-se uma revisão de literatura sobre o tema, focado em artigos dos anos de 2009 a 2013. Os critérios de inclusão utilizados foram: artigos que respondiam à pergunta norteadora e atendiam à temática estabelecida pelos descritores. Resultados e Discussão: A TARV e especialmente a classe dos inibidores de protease têm sido associados a fatores de risco para doença cardiovascular; e, segundo alguns autores, o uso dessa classe de fármacos corresponde a 60% das alterações metabólicas citadas. Os idosos apresentam uma resposta imunológica mais lenta à TARV e um risco maior de desenvolver doença cardiovascular pela combinação envelhecimento, infecção pelo HIV e TARV. O fator agravante para o diagnóstico em indivíduos da terceira idade é a semelhança existente entre as doenças oportunistas, que frequentemente acometem os portadores de HIV, com as doenças que aingem os idosos e, portanto, apresentam índices de testagem menores que adultos jovens. Conclusão: O mecanismo fisiopatológico…

  • Doença Periodontal E Diabetes: A Influência Do Tratamento Periodontal No Controle Glicêmico

    Introdução: O Diabetes é uma doença metabólica, caracterizada pelo aumento do nível glicêmico no sangue, a hiperglicemia. Essa hiperglicemia é prejudicial ao indivíduo diabético, podendo com o passar do tempo, acarretar em alterações em diferentes pontos do organismo, possuindo efeitos que vão interferir drasticamente na resposta fisiológica do indivíduo, no sistema vascular periférico, na resposta inflamatória, no sistema imunológico e, consequentemente, na reparação tecidual. Todos esses efeitos acabam por modificar de certa forma a susceptibilidade do indivíduo diabético às infecções de um modo geral, inclusive aquelas observadas na cavidade bucal. O diabetes tem sido amplamente considerado como um importante fator de risco para doenças periodontais, por sua vez, a periodontite dificulta o controle do diabetes, sendo considerada a complicação oral mais importante do diabetes. Objetivo: Este resumo tem o objetivo realizar uma revisão de literatura acerca dessa relação e as condutas possíveis para o tratamento odontológico do paciente. Material e Métodos: Realizou-se uma revisão de literatura sobre o tema, focado em artigos dos anos de 2009 a 2016. Os critérios de inclusão utilizados foram: artigos que respondiam à pergunta norteadora e atendiam à temática estabelecida pelos descritores. Resultados e Discussão: A doença periodontal é altamente prevalente nos indivíduos diabéticos. Nesses indivíduos, o controle deficiente do biofilme dental pode favorecer a instalação da doença periodontal com maior severidade e velocidade de progressão do que aquela observada em indivíduos não diabéticos. Em pacientes diabéticos não diagnosticados ou mal controlados, pode-se observar o aparecimento de diversos abcessos periodontais, levando à destruição rápida do suporte ósseo ao redor dos dentes, o que pode interferir na futura manutenção dos dentes. Conclusão: O diabetes mellitus é uma patologia importante e deve ser considerado quando da elaboração do planejamento para o tratamento odontológico estando relacionado a diversas alterações que podem predispor a doença periodontal. O tratamento periodontal…

  • Sarcopenia E Estado Nutricional Em Idosos De Instituições De Longa Permanência Para Idosos

    Introdução: A sarcopenia é uma síndrome geriátrica caracterizada pela perda de força e massa muscular esquelética, diminuindo a capacidade física. Sedentarismo, hospitalização, doenças preexistentes e má nutrição estão associados ao desenvolvimento/agravo da sarcopenia. A mudança da composição corporal pode ser refletida nas medidas antropométricas dos idosos. Objetivo: Avaliar medidas antropométricas e frequência alimentar de idosos sarcopênicos e não sarcopênicos residentes de instituições de longa permanência para idosos (ILPIs). Material e Métodos: Estudo transversal, com 37 idosos de ambos os sexos, residentes de ILPIs localizadas na Região Metropolitana do Recife. O estado nutricional foi avaliado pelo índice de massa corporal (IMC), classificado segundo Lipschitz (1994), e para depleção muscular utilizou-se a circunferência da panturrilha (CP). Aplicou-se um questionário de frequência alimentar para verificar o consumo de alimentos fonte de proteína e vitamina D. (CAAE 54699116.2.0000.5208.) Resultados e Discussão: A sarcopenia esteve presente em 37,8% dos idosos avaliados, sendo mais frequente naqueles entre 70 a 79 anos (50%), IMC

  • AÇÃO Psicológica No CARDÍACA TRANSPLANTA: Um Relato De Experiência

    As doenças do coração atingem diversos brasileiros e nem sempre existe tratamento. Em casos de Insuficiência Cardíaca (IC) avançada, configurada por sintomas incapacitantes ou com grande risco de morte e sem perspectiva de viabilidade de outra abordagem médica, o transplante cardíaco tem sido cada vez mais indicado1. A Associação Brasileira de Transplante de Órgãos – ABTO refere que foram realizados 1.722 transplantes cardíacos entre 1999 até 2009. Geralmente este transplante é indicado em situações de cardiomiopatia, cardiopatia isquêmica, doença valvar, rejeição de corações previamente transplantados e cardiopatia congênita2. Quando se tem de optar pelo transplante de coração, espera-se que ao paciente seja proporcionada sobrevida, condições de realizar atividades rotineiras e qualidade de vida, que envolve o bem-estar pessoal e psicológico, capacidade funcional, o nível socioeconômico, a interação social, rede de apoio familiar e social, acesso a cultura, lazer, religiosidade e condições ambientais2. Nele há a promessa e a esperança de que a pessoa receptora do coração terá um aumento da sobrevida, com melhora da qualidade de vida e da sua capacidade funcional no cotidiano, mas, por outro lado, envolve uma cirurgia com importante grau de complexidade, que requer atuação multiprofissional presente em diferentes etapas do tratamento, bem como postura ativa do paciente na adesão e continuidade do mesmo2,3,4.Estudos apontam que estar na fila de espera para transplante cardíaco traz repercussões psicológicas para o paciente tais como: fantasias, medo de morrer, sentimentos de abandono, impotência, depressão, desesperança, ansiedade, diminuição da sua autoestima, aspectos estes que interfere na relação do paciente e da família com a doença cardíaca2. Não é fácil lidar com o adoecimento do coração, sobretudo, por este órgão ser considerado sede da vida e das emoções. Além de que manter a motivação para continuar a se cuidar, tomar medicações, fazer dieta não é fácil, o que evidencia a fragilidade…